Como tudo começou…
Algumas histórias começam com um “era uma vez”.
A nossa começou em uma terça-feira comum. Ou pelo menos parecia.
O cenário? Um cinema.
O filme? Mario.
Mas o que a gente não sabia era que aquela sessão estava longe de ser só sobre animação — era o início da nossa própria história, escrita com um cuidado que só o destino (e Deus) poderiam explicar.
Entre coincidências que hoje fazem todo sentido, risadas discretas e comentários sussurrados, eu e Alfredo nos encontramos no momento exato em que precisávamos um do outro. O que era para ser apenas um encontro se transformou em conversa leve, riso fácil e aquela sensação inexplicável de “acho que já te conheço há muito tempo”.
Em algum momento, o filme deixou de ser o centro da atenção… porque nós já estávamos completamente envolvidos um com o outro. Tanto que, se você perguntar como foi o final, provavelmente não saberemos responder. Foi ali, no escurinho do cinema, que aconteceu o nosso primeiro beijo — simples, espontâneo e inesquecível.
Depois da sessão, ainda fomos jantar. E a conversa fluiu como se o tempo tivesse decidido desacelerar só para que a gente aproveitasse melhor aquele começo que já parecia tão certo.
Sem perceber, fomos construindo o nosso jeito de amar: com parceria, leveza, respeito e muita cumplicidade. Quando vimos, o que era começo já tinha virado escolha diária.
Hoje, olhando para trás, entendemos que não foi acaso. Foi encontro. Foi propósito. Foi Deus alinhando caminhos para que dois corações caminhassem juntos.
E aquela terça-feira no cinema?
Foi só a primeira página do roteiro mais bonito das nossas vidas.